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quarta-feira, 11 de abril de 2012
COMENTÁRIOS DO 3º ANO A
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COMENTÁRIOS DO 2º ANO B
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terça-feira, 10 de abril de 2012
PROJETO: Dengue? Você sabe o que fazer? Então vamos perguntar!
Justificativa: Para que possamos intervir de forma consciente
e bem sucedida na questão da susceptibilidade de nossa cidade em relação à
reprodução do mosquito vetor da Dengue e a conseguinte proliferação da doença,
precisamos conhecer os moradores de Jequeri a respeito desse assunto. Para isso
está sendo aplicado um rápido e objetivo questionário a moradores de todas as residências de
Jequeri.
1-
Você
se considera preparado para se prevenir contra a Dengue? (Sim ou Não)
2-
A
sua casa se encontra preparada para impedir a reprodução do mosquito Aedes aegypti ? (Sim ou Não)
3-
Você
ou alguém de sua casa precisa de apoio a esse respeito? (Sim ou Não)
4-
Podemos
conhecer a sua casa? (Sim ou Não)
PREZADO ALUNO PARCEIRO E PARCEIRA DESSE PROJETO, DEIXE UM PEQUENO RELATO DA EXPERIÊNCIA ADQUIRIDA NO PROJETO.
OBS. : Poste seu comentário ACIMA em sua respectiva turma.
DEMAIS ALUNOS E INTERESSADOS PODERÃO DEIXAR SEU COMENTÁRIO E AVALIAÇÃO DA POSTAGEM ABAIXO
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Imitando os "bons" esquilos
O homem é a única espécie que pode mudar o seu meio e ao mesmo tempo tentar prever os resultados futuros dessas mudanças. Pelo crescimento das cidades e com melhorias nas condições de vida os mais de 6 bilhões de indivíduos de nossa espécie considerada a mais impactante ao meio ambiente natural, pois não retiramos da natureza apenas os recursos necessários para a nossa subsistência, pelo contrário, tendemos a cada dia acumular o que muitas vezes não nos fará falta, na natureza seres vivos que acumulam para o dia de amanhã acabam servindo a outros com esse comportamento (lembrar dos esquilos com nozes).Quando se fala em meio ambiente parece que está se falando de alguma coisa que existe longe de nós e de quem fala, precisamos entender que ele nos rodeia, é tudo o que sentimos, até as nossas amizades. Preservá-lo é muito mais do que não desmatar, não poluir, não desperdiçar, lembrando de desperdício, não desperdice o seu tempo e faça o seu exercício mental postando seu comentário.
Crédito da imagem:
http://www.zaroio.com.br/br/imagem/19108/esquilo_comendo_nozes_boca_cheia/
http://www.zaroio.com.br/br/imagem/19108/esquilo_comendo_nozes_boca_cheia/
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Por que devemos ir ao campo?

A vida acontece onde ela estiver. Quando queremos conhecer um tipo de vida em especial temos que ir até ela. Se queremos aprender como é a vida em uma cidade, precisamos definir que bem nossos objetivos e procurar por essa cidade e ir até ela. Mas essa não é a maior motivação de nós professores das Ciências da Natureza, gostamos de conhecer melhor a vida na sua forma mais próxima da "original", pois acreditamos que será com esse conhecimento que poderemos enfrentar nossos desafios sem ultrapassar nossos limites.
Penso que é esse o desafio que nós professores enfrentamos a cada dia, ajudar a outras pessoas e a nós mesmos a agir de uma maneira mais harmoniosa e suave com o meio ambiente interior e externo.
Vamos conhecer melhor as coisas mais belas que a vida tem guardado para nós (cachoeiras, matas, animais, plantas, montanhas, e outras incontáveis) e vamos evitar o excesso de conhecimento oferecido pela vida selvagem das cidades (violência, corrupção, ... chega, não quero ficar lembrando dessas mazelas sociais).
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Desenvolvimento Sustentável: O desafio do Ciclo
Quando penso em desenvolvimento sustentável e o desafio de que essa proposta funcione, lembro de um conceito aprendido na ecologia sobre ciclo. Penso que a questão é cultural, algumas formas de vida são menos exigentes em relação ao seu meio e outras formas são mais ou mesmo intoleráveis, o que torna uma cultura mais ou menos sustentável. Se a natureza funciona em ciclos, e não temos quebrar esse ciclo, uma hora vamos passar para outra fase do ciclo. Essa é a nossa grande preocupação, não queremos sair da condição que estamos vivendo, ou ainda só queremos pra nós o que facilita a nossa vida, regra que não é a mais adotada na natureza. Por isso penso que desenvolvimento não pode ser sustentável se estivermos pensando que não da para viver sem computadores e cada vez mais rápidos, sem carros e cada vez mais baratos e confortáveis, sem celulares de última geração, o que exige a troca do antigo. Posso ser pessimista mais acho que não existe sustentação para ambição, mesmo que seja o que move a humanidade. Até mais e aguardo comentários.
Por que ir a CON FERÊNCIAS?
Estive pensando sobre o papel de encontros que são muito comuns no fim do ano, conferências, seminários, ect. Penso que precisamos criar espaços para pensar, onde são colocados situações para serem debatidos e não onde somos convidados a ouvir, e quase sempre as mesmas falas. Está na hora de reunirmos para pensar, construir, dirimir as dúvidas, organizar o pensamento e assim partir para prática de forma consciente. Por que poucos fazem perguntas nesses eventos? Não acredito que seja por falta de dúvida.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Síntese Biológica
A vida é um fenômeno complexo e funcional. Os seres vivos são entidades que se reproduzem e mantêm interações entre si e com seus respectivos ambientes.
A vida como a conhecemos surgiu na Terra há cerca de 3,5 bilhões de anos. Os primeiros seres vivos eram entidades simples auto-replicantes, isoladas do meio externo por uma membrana semipermeável através da qual eram realizadas trocas (entradas e saídas) de compostos químicos. Uma membrana como essa permite que a célula (unidade básica de organização dos seres vivos) adquira uma certa individualidade e incremente sua organização interna (e.g., estruturas esqueléticas, organelas citoplasmáticas especializadas etc.). A organização interna da célula em compartimentos resultou no confinamento da maior parte do ácido desoxirribonucléico (ADN ou DNA, na sigla em inglês) no interior do núcleo. A informação contida no material genético (DNA ou RNA) representa um leque de possibilidades para o seu portador. O desdobramento do material genético em determinado ambiente transforma os seres vivos naquilo que eles são - em outras palavras, o DNA controla que proteínas (compostos plásticos) são ou não sintetizadas; por conseguinte, que atividades são ou não possíveis.
Cada célula continua realizando suas funções vitais (respiração, metabolismo, reprodução etc.), mesmo quando vive em associação com outras células, formando tecidos (conjunto de células especializadas em determinada função). Tecidos se organizam em órgãos, que por sua vez formam sistemas, os quais culminam em um organismo individual complexo. Tais níveis de complexidade têm gerado uma infinidade de trabalhos investigativos e a integração deles pode resultar em uma melhor compreensão do fenômeno vital.
Podemos começar o ciclo vital pela necessidade universal de energia. As primeiras formas de vida obtinham a energia a partir compostos orgânicos (fermentação). Em seguida, acompanhando as atividades atmosféricas e geofísicas, surgiram formas vivas (algo semelhante a atuais cianobactérias) com capacidade de produzir o seu próprio alimento. Em um mundo congestionado, povoado por consumidores, as vantagens relativas obtidas por organismos produtores são mais ou menos óbvias. Nesse grupo, adquiriram destaque os seres fotossintetizantes, assim chamados porque usam a luz do Sol como fonte primária de energia.. A fotossíntese depende da presença de uma molécula especializada, a clorofila, responsável pela captura dos raios luminosos e utilização deles em um sistema que converte luz em energia química. A energia assim produzida é acumulada em uma bateria (ATP), de onde pode ser usada ou armazenada na forma de compostos orgânicos, como o amido (polissacarídeo). Durante o processo de fotossíntese, moléculas de oxigênio (O2) são liberadas para a atmosfera, onde se acumulam. Os seres vivos usam essas mesmas moléculas de oxigênio na respiração celular, que ocorre no interior de uma organela especializada, a mitocôndria. Nesse processo, a energia dos alimentos é liberada para ser usada em várias outras funções vitais.
O surgimento desses processos resultou em saltos na abundância e diversidade de seres vivos. Organismos unicelulares abriram espaço (i.e., oportunidades) para os pluricelulares, enquanto o planeta também sofria mudanças, resultando em alterações na estrutura física de hábitats terrestres e aquáticos. A história filogenética conduziu os organismos fotossintetizantes (algas, briófitas, pteridófitas, gimnospermas, angiospermas) de um estágio de total dependência de hábitats aquáticos a uma situação de relativa independência, ao menos em termos reprodutivo e vascular. Enquanto isso, os seres de nutrição heterotrófica seguem dois caminhos: permanecem em um estágio de organização celular simples e pouca mobilidade (poríferos) ou partem para uma maior complexificação (de cnidários a cordados), começando também de um estágio de dependência de água e chegando à conquista dos continentes. Para isso, foram necessárias diversas e variadas adaptações, em termos de locomoção, trocas gasosas, proteção contra dessecação (escama, pele, pena), reprodução (ovos com casca, anexos embrionários, fecundação e desenvolvimento internos).
Com o aumento da diversidade e da abundância de seres vivos, as relações ecológicas tornam-se também mais complexas, intrincadas e "delicadas". É por isso que, para manter todo esse equilíbrio dinâmico, precisamos conhecer e respeitar algumas leis naturais.
A vida como a conhecemos surgiu na Terra há cerca de 3,5 bilhões de anos. Os primeiros seres vivos eram entidades simples auto-replicantes, isoladas do meio externo por uma membrana semipermeável através da qual eram realizadas trocas (entradas e saídas) de compostos químicos. Uma membrana como essa permite que a célula (unidade básica de organização dos seres vivos) adquira uma certa individualidade e incremente sua organização interna (e.g., estruturas esqueléticas, organelas citoplasmáticas especializadas etc.). A organização interna da célula em compartimentos resultou no confinamento da maior parte do ácido desoxirribonucléico (ADN ou DNA, na sigla em inglês) no interior do núcleo. A informação contida no material genético (DNA ou RNA) representa um leque de possibilidades para o seu portador. O desdobramento do material genético em determinado ambiente transforma os seres vivos naquilo que eles são - em outras palavras, o DNA controla que proteínas (compostos plásticos) são ou não sintetizadas; por conseguinte, que atividades são ou não possíveis.
Cada célula continua realizando suas funções vitais (respiração, metabolismo, reprodução etc.), mesmo quando vive em associação com outras células, formando tecidos (conjunto de células especializadas em determinada função). Tecidos se organizam em órgãos, que por sua vez formam sistemas, os quais culminam em um organismo individual complexo. Tais níveis de complexidade têm gerado uma infinidade de trabalhos investigativos e a integração deles pode resultar em uma melhor compreensão do fenômeno vital.
Podemos começar o ciclo vital pela necessidade universal de energia. As primeiras formas de vida obtinham a energia a partir compostos orgânicos (fermentação). Em seguida, acompanhando as atividades atmosféricas e geofísicas, surgiram formas vivas (algo semelhante a atuais cianobactérias) com capacidade de produzir o seu próprio alimento. Em um mundo congestionado, povoado por consumidores, as vantagens relativas obtidas por organismos produtores são mais ou menos óbvias. Nesse grupo, adquiriram destaque os seres fotossintetizantes, assim chamados porque usam a luz do Sol como fonte primária de energia.. A fotossíntese depende da presença de uma molécula especializada, a clorofila, responsável pela captura dos raios luminosos e utilização deles em um sistema que converte luz em energia química. A energia assim produzida é acumulada em uma bateria (ATP), de onde pode ser usada ou armazenada na forma de compostos orgânicos, como o amido (polissacarídeo). Durante o processo de fotossíntese, moléculas de oxigênio (O2) são liberadas para a atmosfera, onde se acumulam. Os seres vivos usam essas mesmas moléculas de oxigênio na respiração celular, que ocorre no interior de uma organela especializada, a mitocôndria. Nesse processo, a energia dos alimentos é liberada para ser usada em várias outras funções vitais.
O surgimento desses processos resultou em saltos na abundância e diversidade de seres vivos. Organismos unicelulares abriram espaço (i.e., oportunidades) para os pluricelulares, enquanto o planeta também sofria mudanças, resultando em alterações na estrutura física de hábitats terrestres e aquáticos. A história filogenética conduziu os organismos fotossintetizantes (algas, briófitas, pteridófitas, gimnospermas, angiospermas) de um estágio de total dependência de hábitats aquáticos a uma situação de relativa independência, ao menos em termos reprodutivo e vascular. Enquanto isso, os seres de nutrição heterotrófica seguem dois caminhos: permanecem em um estágio de organização celular simples e pouca mobilidade (poríferos) ou partem para uma maior complexificação (de cnidários a cordados), começando também de um estágio de dependência de água e chegando à conquista dos continentes. Para isso, foram necessárias diversas e variadas adaptações, em termos de locomoção, trocas gasosas, proteção contra dessecação (escama, pele, pena), reprodução (ovos com casca, anexos embrionários, fecundação e desenvolvimento internos).
Com o aumento da diversidade e da abundância de seres vivos, as relações ecológicas tornam-se também mais complexas, intrincadas e "delicadas". É por isso que, para manter todo esse equilíbrio dinâmico, precisamos conhecer e respeitar algumas leis naturais.
Texto publicado em Março de 2006 em http://www.lainsignia.org/2006/marzo/cyt_001.htm
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